Tenho escrito coisas. Antigas idéias que eu gostaria de fazer. Estou com um nó na garganta e no estômago por conta da adrenalina do trabalho novo. Mas tem sido incrível. Conheci pessoas incríveis, e, acho que tá sendo absolutamente bom pra mim. Até brincar de desenhar no computador eu pude! =0
Tenho usado um baton vermelho e as unhas também. O antigo projeto de namorado que tive dizia que eu pintava as unhas de vermelho pra ficar mais alegre. Mas elas não combinavam comigo.Hoje não tem cor melhor. A cor da sexta-feira. O vermelho. E as vezes, tenho cá pra mim... deixa pra lá.
O menino de ossos de vidro é um projeto pra rodar pela vida toda. Logo ele vai estar habitando esse espaço. Esse post é só pra tirar a poeira, como diria a Livinha. A faxineira veio hoje.
O menino de ossos de vidroe é parecido com o projeto dos ETs, mas este último eu abandonei um pouco. Visto o medo que eu tenho da pessoa que eu mais amo. As vezes eu preciso fujir um pouco, mesmo. E não é por covardia não. É só pra dar tempo ao tempo. Eu continuo preferindo o meu namorado.
O Conto dos guarda chuvas está inacabado. Mas vou começá-lo por aqui. É mais ou menos assim:
Desde que cheguei aqui os guarda-chuvas se vão. Assim, tomando um rumo próprio e decidindo-se por si sós que eu seja mais sua dona. O primeiro do qual me lembro foi o guarda chuva vermelho, que eu emprestei-dado pra uma senhora. Chovia. E eu tinha quebrado meu pé. Passei horas na enfermaria, achando que nada tivesse errado e eu sairia dali com uma faixa porque havia torcido, mas não sabia q tinha quebrado. Haviam homens e mulheres lá.
Muitos, inclusive um senhor que havia sido operado e que o médico errou na operação e piorou o problema dele. Ninguém queria mexer naquilo, porque o erro poderia ser assumido por outra pessoa.
Bem, voltando ao guarda chuva, a senhora precisava levar....
(continua)
=)
Lu
sábado, 14 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
EU QUERIA...
Que todas as dores do meu corpo fossem embora.
Que eu não sentisse-as mais, e não precisasse ir em tantos médicos pra saber o que acontece comigo.
Queria que meus pais pudessem estar aqui perto de mim, sobretudo o meu irmão mais novo, que é um dos que mais me faz falta.
Aqueles abraços de brutamontes que ele me dava, e a mania q ele tinha de fingir que estava fazendo carinho no meu cabelo, e na verdade ele estava só embaraçando-o pra que eu ficasse brava.
Queria ter uma camona, numa casona, pra eu poder ficar junto do Ri todas as noites. Talvez a casona não precisasse ser tão grande, mas os lençóis deveriam ser estampados. E que isso deixe claro que ter uma camona não significa casar-se. A Flá tem uma camona, mas não é casada nem nada.
Queria ser mais alta, e ter os cabelos das camadas destacadas... ter as unhas sempre feitas, mesmo que mal feitas, mas sempre vermelhas, como eu gosto. Adoro.
Queria falar outras línguas, inglês, espanhol, italiano. Queria fazer um curso de desenho, ou de cinema. Queria ter 3 vezes os 200 reais que isso custaria por mês para poder bancá-los.
Queria viajar denovo com o Ri, pra um lugar quente, onde pudéssemos acordar tarde, e tomar café da manhã com uma bela vista, seja qual for a vista. Aquela que tinhamos do restaurante do hotel de Praga servia. Praga.
Queria encontrar uma oportunidade de estudar fora do pais, mesmo estando dentro dele.
Ter tempo pra fazer yoga ou só caminhar, sem ficar triste.
Queria que a tristeza que eu senti essa semana fosse embora, como quando a gente lava a roupa e sai a sujeira. Mas ela está aqui e impregna minha mente. Estranho, sinto tanta canceira. Mas não sei porque tanto cansaço, pq tanta confusão mental e falta de concentração no trabalho. Porque esquecer o vidro de geléias da Flá fora da geladeira, e guardar o café em vez disso.
Queria que o mundo fosse mais devagar. Que tudo pudesse ser mais lento. Pra que pudéssemos sentir melhor o cheiro do café, o sabor do pão de queijo, ao invés de engoli-los num instante.
Queria viver melhor a vida. E entender porque falta tanta energia, pq no fim do dia me sinto uma esponja, um trapo de limpeza sujo.Queria entender tudo isso.
E espero que tudo seja mais devagar. E que durante a vida, eu consiga tudo que escrevi aqui. Mesmo que seja velha, não tem problema. Se eu me tornar melhor, posso fazer pós e me formar na pós junto com a minha filha na graduação dela...
Que eu não sentisse-as mais, e não precisasse ir em tantos médicos pra saber o que acontece comigo.
Queria que meus pais pudessem estar aqui perto de mim, sobretudo o meu irmão mais novo, que é um dos que mais me faz falta.
Aqueles abraços de brutamontes que ele me dava, e a mania q ele tinha de fingir que estava fazendo carinho no meu cabelo, e na verdade ele estava só embaraçando-o pra que eu ficasse brava.
Queria ter uma camona, numa casona, pra eu poder ficar junto do Ri todas as noites. Talvez a casona não precisasse ser tão grande, mas os lençóis deveriam ser estampados. E que isso deixe claro que ter uma camona não significa casar-se. A Flá tem uma camona, mas não é casada nem nada.
Queria ser mais alta, e ter os cabelos das camadas destacadas... ter as unhas sempre feitas, mesmo que mal feitas, mas sempre vermelhas, como eu gosto. Adoro.
Queria falar outras línguas, inglês, espanhol, italiano. Queria fazer um curso de desenho, ou de cinema. Queria ter 3 vezes os 200 reais que isso custaria por mês para poder bancá-los.
Queria viajar denovo com o Ri, pra um lugar quente, onde pudéssemos acordar tarde, e tomar café da manhã com uma bela vista, seja qual for a vista. Aquela que tinhamos do restaurante do hotel de Praga servia. Praga.
Queria encontrar uma oportunidade de estudar fora do pais, mesmo estando dentro dele.
Ter tempo pra fazer yoga ou só caminhar, sem ficar triste.
Queria que a tristeza que eu senti essa semana fosse embora, como quando a gente lava a roupa e sai a sujeira. Mas ela está aqui e impregna minha mente. Estranho, sinto tanta canceira. Mas não sei porque tanto cansaço, pq tanta confusão mental e falta de concentração no trabalho. Porque esquecer o vidro de geléias da Flá fora da geladeira, e guardar o café em vez disso.
Queria que o mundo fosse mais devagar. Que tudo pudesse ser mais lento. Pra que pudéssemos sentir melhor o cheiro do café, o sabor do pão de queijo, ao invés de engoli-los num instante.
Queria viver melhor a vida. E entender porque falta tanta energia, pq no fim do dia me sinto uma esponja, um trapo de limpeza sujo.Queria entender tudo isso.
E espero que tudo seja mais devagar. E que durante a vida, eu consiga tudo que escrevi aqui. Mesmo que seja velha, não tem problema. Se eu me tornar melhor, posso fazer pós e me formar na pós junto com a minha filha na graduação dela...
segunda-feira, 2 de junho de 2008
AQUELA VELHA RESPOSTA QUE EU JOGUEI PRA BAIXO DA CAMA...
Eu devo uma resposta; sim, este blog não está morto não.
Sabe q eu tenho essa mania de deixar as coisas paradas por um tempo. e ir resolvendo tudo aos poucos... enquanto ele ficou parado, eu mudei de emprego duas vezes.
Tirei a sobrancelha denovo, fui para buenos aires com o meu amor.
E por falar em Buenos, vamos a ela. Sabe que na hora em que fomos furtados em BA, eu provavelmente fiz aquela cara de "não acredito". Ele saiu correndo e eu fiquei lá. Depois ele não me achava, pq entrei na loja da esquina para fuçar nas coisas e conferir se de fato não estava com a maquina. Depois ele chegou e me achou... chorou, pq não me achava. Eu também chorei. Aliás, diga-se de passagem, que rasgar o papel na cara da mulher foi uma das cenas mais nervosas q já vivi nos ultimos tempos.
Mas, nesse tempo de namoro, eu reparo sempre que quando ele fica assim, nervoso, irritado ou ansioso com algo, ele dispara na frente, e me deixa pra trás. Ou quando chegamos em algum lugar e ele quer ver algo, ou comprar algo, ou simplesmente olhar o cardápio, e há esta sensação de que ele esta por algum motivo ansioso (e isso acontece quando tem muitas pessoas na mesa, como no aniversário do Cris), ele vai na frente. E eu ADORO esperar pra ver ele me procurando que nem bobo, olhando pros lados com cara de "Cadê a Lu?".
Essa é a melhor parte... E , depois disso tudo e daquela conversa naquela quarta feira de bar, com o Ms Jabba the hut...as coisas ficaram um pouco claras pra mim. E, acho que a resposta é: Não se preocupe, pequeno. Porque eu estou aqui. Se vc sair correndo, (ou voando) eu estarei aqui, pra você voltar. E pra ver vc que nem bobo, me procurando por ai...
Um beso.
Sabe q eu tenho essa mania de deixar as coisas paradas por um tempo. e ir resolvendo tudo aos poucos... enquanto ele ficou parado, eu mudei de emprego duas vezes.
Tirei a sobrancelha denovo, fui para buenos aires com o meu amor.
E por falar em Buenos, vamos a ela. Sabe que na hora em que fomos furtados em BA, eu provavelmente fiz aquela cara de "não acredito". Ele saiu correndo e eu fiquei lá. Depois ele não me achava, pq entrei na loja da esquina para fuçar nas coisas e conferir se de fato não estava com a maquina. Depois ele chegou e me achou... chorou, pq não me achava. Eu também chorei. Aliás, diga-se de passagem, que rasgar o papel na cara da mulher foi uma das cenas mais nervosas q já vivi nos ultimos tempos.
Mas, nesse tempo de namoro, eu reparo sempre que quando ele fica assim, nervoso, irritado ou ansioso com algo, ele dispara na frente, e me deixa pra trás. Ou quando chegamos em algum lugar e ele quer ver algo, ou comprar algo, ou simplesmente olhar o cardápio, e há esta sensação de que ele esta por algum motivo ansioso (e isso acontece quando tem muitas pessoas na mesa, como no aniversário do Cris), ele vai na frente. E eu ADORO esperar pra ver ele me procurando que nem bobo, olhando pros lados com cara de "Cadê a Lu?".
Essa é a melhor parte... E , depois disso tudo e daquela conversa naquela quarta feira de bar, com o Ms Jabba the hut...as coisas ficaram um pouco claras pra mim. E, acho que a resposta é: Não se preocupe, pequeno. Porque eu estou aqui. Se vc sair correndo, (ou voando) eu estarei aqui, pra você voltar. E pra ver vc que nem bobo, me procurando por ai...
Um beso.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
ELA
Sempre bate a minha porta novamente.
Chega sempre quando eu imagino que não, não terá volta.
E volta pro passado novamente.
Dessa vez eu não vou fingir que você voltou.
Eu não vou sair correndo como sempre.
Eu vou olhá-la. E vou dizer que não, eu não vou estripuliar.
Nem dizer que eu não ligo.
Nem fingir.
É o seguinte: eu tou a fim de resolver ok?
Sim. É o que eu vou fazer com ela.
=)
Chega sempre quando eu imagino que não, não terá volta.
E volta pro passado novamente.
Dessa vez eu não vou fingir que você voltou.
Eu não vou sair correndo como sempre.
Eu vou olhá-la. E vou dizer que não, eu não vou estripuliar.
Nem dizer que eu não ligo.
Nem fingir.
É o seguinte: eu tou a fim de resolver ok?
Sim. É o que eu vou fazer com ela.
=)
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
ESSES DIAS...
Venho a estar com dores de barriga. E de estômago.
Venho, as 6 da manhã, acordar. E sinto descargas de pânico no estômago quando meu corpo se dá conta de que estou acordada.
Sinto os olhos, a garganta, e os ouvidos com uma pressão estranha.
Tenho vontade de me contorcer e virar um nó.
Um bebê denovo, talvez?
Será que é medo de crescer?
E ao mesmo tempo, eu não suporto isso tudo. Tenho vontade de olhar pra eu mesma e abandonar o meu corpo. E, de fora dele, dizer: sua idiota, até quando você vai ficar aí?
A mesma velha sensação que há tanto não sentia.
Bateu agora. Não adianta. Eu tenho que adimitir que ela é parte de mim.
Mas é tão patético. e.
Não sei é tudo que eu sei dizer.
E nem tem o mesmo tom de "só sei que de nada sei"
Tem o tom de " Porra Lu, denovo não. Chega vai. Cresce e aparece."
Bolhas no estômago.
Lu,
Venho, as 6 da manhã, acordar. E sinto descargas de pânico no estômago quando meu corpo se dá conta de que estou acordada.
Sinto os olhos, a garganta, e os ouvidos com uma pressão estranha.
Tenho vontade de me contorcer e virar um nó.
Um bebê denovo, talvez?
Será que é medo de crescer?
E ao mesmo tempo, eu não suporto isso tudo. Tenho vontade de olhar pra eu mesma e abandonar o meu corpo. E, de fora dele, dizer: sua idiota, até quando você vai ficar aí?
A mesma velha sensação que há tanto não sentia.
Bateu agora. Não adianta. Eu tenho que adimitir que ela é parte de mim.
Mas é tão patético. e.
Não sei é tudo que eu sei dizer.
E nem tem o mesmo tom de "só sei que de nada sei"
Tem o tom de " Porra Lu, denovo não. Chega vai. Cresce e aparece."
Bolhas no estômago.
Lu,
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
UM ANO...
Há um ano atrás, vc resolveu me chamar no msn pra conversarmos. Vc ficou me pentelhando, e eu adorava a possibilidade de estar perto de você. Vc sempre era engraçado, e isso era o melhor. Vc levou os amigos, a cerveja. Depois, mandou todo mundo embora. E comemos pipocas...e no outro dia, eu me lembro, do belo esporro da Vivi porque eu cheguei atrasada.E depois disso, não nos separamos mais. Mesmo quando eu quebrei o pé, depois do "você sabe o que". Depois, Praga. Depois o Japão. Depois nós.
=)
Depois todo vocabulário criado para nos entendermos. o Shinelingans e o SbrublesDepois os video-games, e os montros. Depois de tudo. Você e os meus trabalhos. Você do meu lado nas estréias de espetáculos.
Você do meu lado. Na montanha russa. No medo de virar de ponta cabeça e não desvirar mais.
E você do meu lado, na hora de decidir o que fazer da vida.
Um ano de você do meu lado. E muito, muito feliz. Eu espero que não, que não passe esse efeito de toda vez que me encontro com você. Que ele tenha efeito por muito, muito tempo.
Um beijo.
=)
Depois todo vocabulário criado para nos entendermos. o Shinelingans e o SbrublesDepois os video-games, e os montros. Depois de tudo. Você e os meus trabalhos. Você do meu lado nas estréias de espetáculos.
Você do meu lado. Na montanha russa. No medo de virar de ponta cabeça e não desvirar mais.
E você do meu lado, na hora de decidir o que fazer da vida.
Um ano de você do meu lado. E muito, muito feliz. Eu espero que não, que não passe esse efeito de toda vez que me encontro com você. Que ele tenha efeito por muito, muito tempo.
Um beijo.
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